A MAIOR OLIMPÍADA DE GEOGRAFIA DO BRASIL

20/12/2011

"Um sonho que se realizou"

A professora Solange da Silva Barros, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (AM), participa da Viagem do Conhecimento desde 2009. Em 2011, também esteve presente na Fase Final, realizada no Rio de Janeiro.

Na foto ao lado, ela aparece ao lado do estudante Márcio (de verde) e do professor Gustavo (de preto), da Comissão Pedagógica da Viagem do Conhecimento.

Confira abaixo seu relato.

"Minha história com a Viagem do Conhecimento começou em 2009, quando folheava um exemplar da revista NATIONAL GEOGRAPHIC e encontrei a divulgação do concurso. No início, não acreditei na existência de uma olimpíada de Geografia deixei para conferir tudo no site. Quando percebi a dimensão da proposta tive uma imensa felicidade em ter escolhido minha profissão!
O passo seguinte foi transmitir no meu ambiente de trabalho a proposta do concurso. Participamos em 2009 com os alunos do primeiro ano que se mostraram interessados em realizar o concurso. Em 2010, comecei a divulgar o concurso já no início do ano apresentando aos alunos o site, mostrando e discutindo as provas ao longo das aulas. Tivemos a participação de quase 200 alunos. Foram 21 alunos que se encontravam via internet para a preparação para a prova.
Em 2011, confesso que estava um pouco menos esperançosa. Mas novamente iniciei o ano divulgando o Desafio e conclamei todos os alunos do nosso primeiro ano a realizarem a prova. A resposta foi imediata.  195 alunos fizeram a primeira prova e 14 representaram nossa escola na regional.
Dentre eles, havia um aniversariante. O aluno Márcio Lima, um pouco inconformado em ter ganhado uma prova no dia de seu aniversário. Mal sabia ele o presente que iria ganhar. Após a prova, no entanto, ele demonstrou uma tranquilidade e confiança envolventes. Passei a corrigir ali mesmo a avaliação e vimos que suas respostas estavam corretas. Tínhamos chances. Contudo, ainda restava a redação.
A alegria maior, seguramente a maior que já tive nesses anos envolvida na educação, foi recebermos a notícia que estaríamos na fase final no Rio de Janeiro! Só acreditei quando recebemos as passagens!
Nossa ida ao Rio de Janeiro começou de madrugada. A grande distância Manaus-Rio era do mesmo tamanho da nossa apreensão! Chegamos no fim da tarde e já fomos recepcionados no aeroporto pela equipe da Viagem do Conhecimento. A apreensão ia dando lugar à alegria. Fomos acolhidos de uma maneira única e especial.  Senti que estávamos sendo cuidados com muito carinho em todos os detalhes.
Alegrias e surpresas. Surpresas alegres. Assim foi em todo o momento. Os locais que visitamos pulsavam geografia, história e beleza. Além dos roteiros cuidadosamente escolhidos e apropriados, houve uma sintonia entre os grupos de alunos, pais e professores.
Foi surpreendente a forma como os 20 alunos finalistas se identificaram, se envolveram e se mostram unidos em todos os momentos. Os pais, todos corujas e orgulhosos, demonstrando a satisfação em viver aquele momento tão único. Os professores de todas as regiões do Brasil, experiências vivas do empenho e dedicação que vivem em seus ambientes de trabalho, puderam compartilhar dessa conquista única e viver todos os momentos dessa conquista com alegria. Alunos, pais e professores puderam dar um pouco de si e receber com todos seus sentidos o significado da Viagem do Conhecimento.
A cerimônia final transbordava emoção. A demonstração daqueles três dias tão intensamente vividos estava nos gestos, nas palavras, nas fotos, nas lágrimas e nos sorrisos de todos envolvidos. Todos com a sensação de vitória por fazer parte daquele momento. Para mim, o sentimento que fica é de um sonho lindo que se realizou!"

 


 

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12/12/2011

"Vivência extraordinária!"

Júlia Siemann de Athayde Silva (foto) cursa a primeira série do ensino médio no Colégio Jardim São Paulo, na capital paulista. Ela esteve entre os cinco destaques da fase final da Viagem do Conhecimento 2011. Falante e animada, durante os dois dias de atividade de campo demonstrou-se muito interessada e questionadora, o que realmente se esperava de um aluno finalista da maior olimpíada de Geografia do Brasil. Conheça a seguir um pouco de sua experiência.

Na foto, também aparecem Roberto Catelli (de camiseta preta), professor de História e um dos quatro professores que compõem o Comitê Pedagógico da Viagem do Conhecimento, e Marcelo Duílio, professor de Geografia do Colégio Jardim São Paulo. 

Crédito: Madalena Leles

"A minha participação na Viagem do Conhecimento 2011 foi muito enriquecedora. Já havia participado em 2010 e este ano, por ser a minha última chance de estar entre os 20 finalistas, encarei o Desafio com muito empenho.
Como sempre participei de olimpíadas acadêmicas na área de Exatas, um dia resolvi pesquisar na internet a existência de alguma em Humanas. Felizmente, encontrei o Desafio National Geographic. Comentei com meu professor de Geografia, Marcelo Duílio, se era possível o colégio participar. Ele concordou. Mas, como seria uma experiência nova, achou melhor apenas eu e outro colega participarmos para conhecer a olimpíada, mesmo porque não havia tempo hábil para realizar aulas preparatórias. Fomos as 'cobaias'. Como a participação na olimpíada foi uma experiência positiva, a direção do colégio divulgou-a para todos os alunos participarem este ano.
Em 2011, o cerca de 150 alunos do Colégio Jardim São Paulo participaram da Fase Local: 18 passaram para a Fase Regional. A minha preparação para as duas primeiras fases foi baseada nos Planos de Aulas divulgados aqui no site, na leitura de várias edições da revista NATIONAL GEOGRAPHIC e em aulas preparatórias que o colégio ofereceu.
Quando saiu o gabarito no site da segunda fase, apesar de ter ido bem, eu não esperava que pudesse estar entre as 20 finalistas.  Eu sabia que, por conta dos bons resultados de muitos candidatos, a competição torna-se concorridíssima e era quase impossível estar entre os 20. Para mim, era um sonho inalcançável.
A redação com certeza foi o que me classificou para a Final. Acho que tive sorte em relação ao tema, pois o crescimento da população e a possível escassez dos recursos naturais estão sendo debatidos em todas as mídias e é um assunto que me interessa muito. Fiquei muito feliz quando soube que estava classificada para a Final
Depois, eu me esforcei mais ainda para me preparar para a Fase Final e tentar conciliar com as os trabalhos e provas do colégio. Estava sempre ligada no que era postado no site do Desafio, no da NATIONAL GEOGRAPHIC e no Planeta Sustentável. Também contava com aulas preparatórias com o meu professor Duílio, que me ajudou muito durante este percurso, pois sempre me orientava e me dava bons conselhos para continuar os estudos sem desanimar e relaxar também nas horas vagas para não ficar maluca.
Já no Rio de Janeiro, o que posso dizer é que a experiência foi maravilhosa! Eu sinceramente esperava encontrar muitos nerds que não iriam conversar com ninguém, o que faria o clima ser de muita competitividade. Foi totalmente o contrário que encontrei em meus companheiros, não adversários. Eles eram supercomunicativos, legais e muito parecidos comigo. Nós nos divertimos muito. Nas horas vagas, como nos momentos em que estávamos nos ônibus, contávamos piadas e cantávamos músicas que todos conheciam. Tivemos momentos realmente muito bons. Discutimos sobre política na pizzaria, perguntamos uns para os outros o que achavam de assuntos muito debatidos autalmente, como a divisão do Estado do Pará e a construção da usina de Belo Monte. Fiz até alguns vídeos com o meu celular do pessoal para que quando eu voltasse a São Paulo, pudesse compartilhar com os meus amigos tudo que tinha vivido nos quatro dias no Rio.
Foi muito enriquecedor. Consegui absorver muito conhecimento através dos meus colegas e não só das provas que a organização preparou. A minha visão sobre alguns assuntos mudou, porque eu tive a oportunidade de ouvir a opinião, por exemplo, de quem mora no Pará, no Amazonas ou na Paraíba. As trocas entre os participantes foram muito positivas, inclusive entre pais e professores, que também puderam aproveitar ao máximo, trocaram contatos e isso intensificou a atmosfera leve e saudável entre todos.
As atividades de campo foram divertidas e dinâmicas. Adorei conhecer o Cristo Redentor e visitar o Jardim Botânico, que via nas novelas. Todas as avaliações que fizemos revelavam uma visão bem detalhista de cada assunto, sem deixar de abranger todos os aspectos culturais, sociais e naturais do tema. A última prova foi muito bem estruturada e permitiu que nós alunos pudéssemos contemplar em nossa redação tudo o que havíamos aprendido no Rio de Janeiro e ainda compartilhar a visão crítica de cada um.
Na cerimônia de encerramento, todos estávamos muito nervosos e apreensivos com a premiação. Mais uma vez eu não esperava que pudesse ser um destaque entre os 20 finalistas. O nível dos candidatos era muito alto e preferi nem me imaginar como um dos cinco destaques, apesar de estar desejando muito que isso acontecesse. Na hora que anunciaram o meu nome, eu já estava tão, tão feliz, que fiquei até meio desconcertada e não sabia o que pensar. Agradeci à minha família e ao meu professor e acho que só me dei conta de tudo de havia acontecido quando cheguei no meu quarto no dia seguinte e deitei na minha cama e disse: 'Caramba!'
A Viagem do Conhecimento com certeza não se resume em provas e avaliações. É bem mais do que isso. É uma vivência extraordinária que vou guardar para sempre!"
 

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07/12/2011

Valores, sementes de uma árvore frondosa

Valores, sementes de uma árvore frondosa

Ao final da cerimônia de premiação da Viagem do Conhecimento 2011, ocorrida no Rio de Janeiro, alguns pais subiram ao palco e contaram um pouco sobre a experiência de ter participado da fase final e também sobre como seus filhos se envolveram com o concurso. Um deles foi Maurício Azevedo Ferreira (foto), pai de  Gabriel Bianchi, de Santa Cruz do Rio Pardo (SP).

Foto: Carolina Paschoal

"Fiquei um tanto cético quando meu filho Gabriel, então com 14 anos, após a publicação do resultado da segunda fase da Viagem do Conhecimento / Desafio National Geographic 2010, diante da sua não classificação, afirmou: 'O ano que vem estarei entre os 20 finalistas'. Pensei: impulsividade de adolescente! 
    Eu não duvidava do meu 'pimpolho', da sua capacidade intelectual, de comprometer-se e empenhar-se. Na verdade, temia por desiludir-se em razão da concorrência, maior que em qualquer vestibular deste país. Silenciei quanto aos meus temores e, de imediato, retruquei: 'Isso mesmo. Se estudar, você consegue'.
    Passados os dias, Gabriel estava agora no primeiro ano do Ensino Médio, vi-o dedicar-se ao colégio, estudando, comprometendo-se com a monitoria de Física, para a qual foi convidado  e apresentando ótimo desempenho em todas as matérias, inclusive Geografia, sem abandonar o futebol, a música e namorada.  
    Eu já havia esquecido, ele não. Foi o incentivador para vários colegas para realizarem a inscrição para Viagem do Conhecimento 2011, embora tenha ouvido de alguns: 'Prá quê?' Foi surdo a estes, debruçou-se sobre as dicas que o site dispunha, buscou outras fontes e com satisfação seguiu as orientações do professor Carlos. Ocultando meu temor, continuava dizer: 'Isso mesmo'. Não poucas vezes disse: 'Vá dormir, pare de estudar', pois relógio se aproximava da meia-noite e no dia seguinte pela manhã teria aula.
    Aprovado na fase local, foi para a regional, na cidade de Bauru, onde mora a prima Laura, que fazia aniversário no mesmo dia.  Prioridade para a prova, o bolo podia esperar e o abraço apertado dado à aniversariante com certeza compensou o atraso para a festa. 
    Um dia qualquer, fim de tarde, telefone toca, atendo e, inesperadamente, a notícia: 'Sou Gabriela, da Viagem do Conhecimento. O senhor é o pai do Gabriel? Ele foi classificado entre os 20 finalistas...'. Fiquei comovido.
    Falar que serão inesquecíveis os dias que passamos no Rio de Janeiro entre 17 e 20 de novembro é pouco. Dias estes proporcionados a mim e ao professor Carlos Henrique pelo Gabriel, um garoto, ou melhor, um homem de 15 anos.
    A ótima estrutura montada, a organização impecável, mas sem ser opressora, sendo até mesmo soft, as sucessivas surpresas, as fantásticas aulas de campo, relatadas a mim pelo Gabriel e os laços surgidos entre os pais e professores. O mais surpreendente: os 20 seletos não se tratavam como concorrentes, mas descobriram-se amigos e identificaram-se mutuamente em razão das preferências e aspirações semelhantes. Foi de causar perplexidade que, após um dia de aula de campo, reuniram-se, trocaram anotações e impressões sobre os pontos discorridos, como se realizassem um trabalho em grupo, sem se preocuparem que haveria uma prova final.
    Gabriel foi um vencedor, ficou entre os 20 e reconheço que o Desafio National Geographic proporcionou a ele um aumento no conhecimento da Geografia e do Rio Janeiro, mas este não foi o maior dividendo. A dedicação, o empenho, escolher estudar ao invés de, simplesmente não fazer nada, como tantos em sua idade. Proporcionou, não só a ele, mas a todos, o surgimento e fortalecimento de valores internos, aquilo que um pai deseja que o filho leve para toda a vida. 

Ou alguém duvida que os bens materiais são passageiros e os do coração duradouros?
    A Viagem do Conhecimento proporcionou muito mais do que conhecimento. Plantou, regou e adubou uma semente no coração de nossos filhos, não só a do estudo, esta é visível e é louvável, mas outra muito mais valiosa, invisível: dedicação, vencer o medo da decepção com o esforço para realizar seus sonhos e cooperação para com aqueles que também buscam os próprios. 
    Tenho certeza de que esta semente frutificará e se transformará em uma arvore frondosa que a muitos concederá abrigo e sombra"

Qual sua opinião sobre o texto acima? Você concorda com o Maurício? 

 

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01/12/2011

"As perguntas movem o mundo"

O professor Gabriel Egídio do Carmo (foto) leciona na Escola Estadual Maria Aparecida David (EEMAD), localizada na cidade de Canaã, na Zona da Mata (MG). Ele participou da Fase Final no Rio de Janeiro acompanhando a aluna Mariza Lopes Sena. No palco, durante a cerimônia de premiação, ele fez um depoimento que emociou estudantes, pais e professores. No texto abaixo ele conta um pouco de sua história e sua paixão pelo ensino.
 
"De família pobre que migra do campo para a periferia da cidade de Teixeiras em busca de oportunidades, a minha história confunde-se com a de muitas outras pessoas. A minha trajetória escolar passa pela Escola Municipal Professora Paula Lelis Fialho e Escola Estadual Doutor Mariano da Rocha, ambas em Teixeiras. Depois, estudei na Universidade Federal de Viçosa.
Para muita gente, a minha história é um exemplo de que 'é possível vencer' desde que haja muito esforço e vontade. Não é tão simples assim. Tive durante toda minha vida escolar pessoas que incentivaram e acreditaram em mim. Elas representam a minha “bússola” que eu carrego no coração. Entre elas, destaco, entre outras, minha mãe, minhas irmãs, minha avó e a dona Graça, professora de Português da oitava série.
A crise econômica sempre bateu na porta da casa da minha família. Numa época mais difícil trabalhei como catador de materiais recicláveis na rua. E tive a satisfação de encontrar entre o 'lixo' os meus objetos de luxo: livros e revistas. Entre elas achei um exemplar da revista NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL, de abril de 2004. Me emocionei com a reportagem “Os Caça-tornados”.
Guardei esta revista durante anos comigo. Até que, durante a preparação para o Desafio National Geographic 2011, tive a oportunidade de repassá-la à aluna Mariza Lopes Sena, representante de nossa escola na Fase Final no Rio de Janeiro.
Desde o início da competição estudantil a “Família EEMAD” esteve atuante. Agradeço em especial aos alunos do oitavo e nono anos do Ensino Fundamental e da primeira série do Ensino Médio pelo empenho e dedicação. Também é bom dizer que os conteúdos disponíveis online nos sites da NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL e do Planeta Sustentável foram fundamentais para a preparação dos alunos.
Pra mim, tudo no Rio de Janeiro tudo tinha um ar de novidade. O pessoal da organização do Desafio foi brilhante. Conheci pais, professores e alunos de muitos “brasis”. De tempos e lugares diferentes. E todos ali, bem perto uns dos outros.
A Viagem do Conhecimento não poderia ter um nome melhor. Aprendi muito. E também o óbvio: eram todos vencedores. Deixo aqui a minha sugestão para as próximas edições do Desafio: a Fase Final sempre ser em uma cidade diferente.
Voltando a Canaã, contei aos meus alunos um pouco da história da viagem. Sempre tive consciência do valor de cada um deles. Hoje, eles estão mais motivados. Todos respiram o exemplo Mariza Lopes Sena. O futuro é possível. As reportagens da NATIONAL GEOGRAPHIC despertaram ainda mais o interesse deles nas aulas de Geografia. As revistas no Rio que ganhei já estão nas mãos dos meu alunos. Vejo o brilho nos olhos deles. Eles sabem que as perguntas movem o mundo. Aprender e compartilhar o conhecimento. Eis o meu desafio!"

 

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03/11/2011

Professor, qual sua avaliação do Desafio 2011?

Professor, qual sua avaliação do Desafio 2011?

Caro professor, queremos saber sua opinião sobre os impactos do Desafio National Geographic 2011 em sua escola.

Como você avalia o processo de ensino e aprendizagem com seus alunos? Você acredita que, com o Desafio, eles se mostraram mais motivados para o estudo? Por quê?

Sobre essa questão, ouvimos o professor Francivaldo Romão, da Escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental Maria Luiza de Sousa, em Ibiapina, CE.

"As provas do Desafio são de grande importância para a escola, uma vez que trabalha de forma multidisciplinar os conteúdos disciplinares a partir de conceitos abrangentes, atuais e contextualizados. Assim, os professores podem trabalhar em equipe por meio de atividades que englobem os assuntos do Desafio nas diversas disciplinas para que as temáticas possam ficar cristalizadas na aprendizagem dos alunos. Eles, por sua vez, gostam dos assuntos abordados, justamente pela existência dessa intercomunicação entre as diversas matérias, gerando assim discentes inteirados com a realidade que os cerca e consequentemente tornando-se cidadãos críticos e comprometidos."  

E você? Como avalia a participação dos seus alunos na edição deste ano do Desafio?

Sabemos que são poucas vagas na Fase Final, mas o mais importante é valorizar entre os estudantes a busca do conhecimento. Essa é a grande conquista e o grande aprendizado para o futuro dos alunos, que estão começando a encarar os primeiros desafios.

Você acredita que o Desafio traz mais interesse no estudo de Geografia e História? Eles também se sentiram mais motivados a ler?

E você? Costuma usar o conteúdo da revista NATIONAL GEOGRAPHIC BRASIL em suas aulas?

Por fim, queremos saber suas sugestões para 2012.

  

 

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Este blog é dedicado a debater questões relacionadas ao conteúdo da revista National Geographic Brasil. Alunos, pais e professores poderão comentar e também sugerir temas. Participe!
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