Uma das grandes promessas não cumpridas da ciência brasileira sobre a biodiversidade da Amazônia é a descoberta de moléculas terapêuticas na natureza. Apesar do vasto conhecimento tradicional disponível sobre o uso de ervas e outras substâncias medicinais da floresta, o país nunca desenvolveu um medicamento com base na fauna e flora locais. Mas isso começa a mudar. Leia reportagem publicada no site da revista National Geographic.