
Era uma geração em espera. Esperavam por uma boa educação, que raramente vinha. Depois esperavam por empregos, que remuneravam muito mal, isso quando apareciam. Sem trabalho decente, aguardavam para se casar, e muitos continuavam a morar com os pais até depois dos 30 anos ou mesmo após estar casados. E o mais importante: ansiavam pela liberdade - o direito de votar sem restrições, de questionar, de participar da política, de mudar o mundo.
Até que não puderam esperar mais.
Do norte da África ao Oriente Médio, uma nova geração -- armada com celulares, redes sociais e muita determinação -- luta pela posse de seu futuro. Confira reportagem da National de julho.