A MAIOR OLIMPÍADA DE GEOGRAFIA DO BRASIL
Edição 2010
“Tenha só o que possa sempre carregar: o conhecimento de línguas, países, pessoas. Deixe sua memória ser sua mala de viagem."
Alexander Solzhenitsyn (1918-2008 ), romancista russo
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Saiba como foram as avaliações da Fase Final

Saiba como foram as avaliações da Fase Final

Durante a Fase Final do Desafio National Geographic 2011, os 20 estudantes que representaram todas as regiões do Brasil realizaram várias avaliações.

Na sexta-feira (dia 17) pela manhã testaram seus conhecimentos respondendo a 20 questões de múltipla escolha.

Depois, realizaram duas atividades de campo. Primeiro, no Corcovado. E, à tarde, no Jardim Botânico, feita em duplas. Ambas orientadas pelos quatro professores que compõem o Comitê Pedagógico da Viagem do Conhecimento. "Achei a atividade no Jardim Botânico difícil, pois era preciso conhecer bem os biomas. Era uma informação que não constava das placas das espécies das plantas. Mas o Ivo, que fazia par comigo, gosta muito de árvores e ajudou muito", diz Cecília de Oliveira Lúcio Tavares, do Instituto Federal do Rio Grande do Norte, campus de Caicó (RN).

No sábado (18) pela manhã, uma nova atividade de campo. Desta vez, houve uma caminhada de cerca de três horas pela região central do Rio de Janeiro. Durante o estudo de meio, que também foi mediado pelos professores que lecionam geografia e história (foto), o grupo passou por vários pontos marcantes na história do Rio de Janeiro, como o Paço Imperial, a Avenida Rio Branco, o Largo da Carioca e o Theatro Municipal. "Embora rapidamente, quisemos mostrar aos alunos um pouco da história da cidade que também é a história do país, já que o Rio de Janeiro foi capital do Brasil durante quase três séculos", explica Dante Grecco, coordenador do Comitê Pedagógico da Viagem do Conhecimento. "Gostei muito de ter essa aula de história vendo os monumento ao vivo. É um jeito mais bacana de aprender", conta Gabriel Augusto Azevedo Ferreira, do Colégio Camões, de Santa Cruz do Rio Pardo (SP).

Ainda pela manhã, todos retornaram ao hotel, onde foi realizada a prova dissertativa.

Confira abaixo como foram as provas, as avaliações de campo e o Caderno de Campo.

PROVA MÚLTIPLA ESCOLHA    GABARITO

CADERNO DE CAMPO

ATIVIDADE NO CORCOVADO

ATIVIDADE NO JARDIM BOTÂNICO

PROVA DISSERTATIVA    RESPOSTA ESPERADA

 


 

Conheça os critérios de Correção Fase Final Desafio National Geographic 2011

Antes do início da primeira prova (múltipla escolha), os professores Gustavo Lopes, Roberto Catelli, Ofélia Ferraz e Gilberto Pamplona, em comum acordo, definiram que a fase final (somando-se as três avaliações) valeria um total de 70 pontos. Assim distribuídos:

a) 20 pontos para a primeira prova: múltipla escolha

b) 40 pontos para a segunda prova: dissertação realizada após Trabalho de Campo no centro do Rio

c) 10 pontos para as atividades do trabalho de campo: 5 para cada atividade (Corcovado e Jardim Botânico)

Para a correção das dissertações, os professores definiram três critérios principais

1) Utilização consistente dos dados acerca dos espaços visitados durante o estudo do meio. Nesse quesito, cada estudante avaliado recebeu 5, 10 ou 15 pontos.

2) Opinião fundamentada em argumentos sobre a evolução urbana do Rio de Janeiro e leitura crítica das imagens. Nesse item, cada dissertação ganhou 5, 10 ou 15 pontos.

3) Coesão textual, clareza e organização do texto. Esse tópico valia 1, 5 ou 10 pontos.

Processo de avaliação das dissertações

Todas as dissertações foram lidas coletivamente, em voz alta, para que os avaliadores discutissem cada prova e atribuíssem os conceitos relacionados a cada critério.

Após a avaliação das produções de texto, as notas foram lançadas na planilha, na qual já constavam as notas da primeira prova (múltipla escolha). Com isso, pode-se fazer a soma das notas dos 20 estudantes finalistas e definir os melhores colocados.

Qual sua opinião sobre as provas? O que você achou sobre os critérios adotados pelos professores? Queremos saber sua opinião.

1 Comentário
por João henrique, em 30 de novembro de 2011 às 03:12
Não gostei do processo de avaliação coletiva. As provas deveriam ser corrigidas de maneira unitária, ou seja, por cada professor, isso tornaria a avaliação mais concreta e menos condensada.
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